Eternamente Pagu (1987)

Patrícia Galvão (Carla Camurati) é uma jovem revolucionária dos anos 20 que escandaliza os mais conservadores da época. Pagu se casa com Oswald de Andrade (Antônio Fagundes), líder do movimento modernista de 1922. O casal integra o partido comunista e cria um jornal. Empenhada no movimento, vai à Argentina encontrar-se com Luiz Carlos Prestes. É presa pela primeira vez durante uma greve em Santos. Em seguida, viaja pelo mundo, sempre ligada a artistas e militantes de esquerda.

Drama – 01:40:00- Sem Estado, Brasil, 1998.

 

Direção Normal Bengell
Roteiro
Direção de Produção ETERNAMENTE PAGU
Gênero: Drama
Direção: Norma Bengell
Roteiro: Geraldo Carneiro, Márcia de Almeida, Norma Bengell
Elenco: Antônio Fagundes, Carla Camurati, Ester Góes, Nina de Pádua, Otávio Augusto, Paulo Villaça
Produção: Alexandre Meyer
Fotografia: Antônio Luis Mendes
Trilha Sonora: Roberto Gnatalli, Turíbio Santos
Duração: 100 min.
Ano: 1988
País: Brasil
Cor: Colorido
Estúdio: Embrafilme / Sky Light

Direção de Som
Direção de Arte 334
Direção de Fotografia
Edição ou Montagem
Atriz Protagonista

 

Sinopse
Patrícia Galvão (Carla Camurati) é uma jovem revolucionária dos anos 20 que escandaliza os mais conservadores da época. Pagu se casa com Oswald de Andrade (Antônio Fagundes), líder do movimento modernista de 1922. O casal integra o partido comunista e cria um jornal. Empenhada no movimento, vai à Argentina encontrar-se com Luiz Carlos Prestes. É presa pela primeira vez durante uma greve em Santos. Em seguida, viaja pelo mundo, sempre ligada a artistas e militantes de esquerda.
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