Narradores de Javé (2004)

Mulheres destacadas nesta obra

Com oito premiações, “Narradores de Javé”, conta não apenas uma história, mas demonstra a pluralidade da narração em si. A obra se passa numa cidade no sertão baiano que está prestes a ser inundada, devido a construção de uma grande usina hidrelétrica, sabendo disso, os moradores de Javé começam a buscar meios de fazer com que a cidade não seja destruída por meio de um documento oficial, para que, então, vire um patrimônio histórico. O problema surge quando se dão conta que na vila não há ninguém que saiba escrever, e a única irônica esperança é chamar Antônio Biá, o antigo responsável pela Agência de Correios, que foi expulso da cidade por ter forjado cartas, fazendo fofocas dos vizinhos, para assim aumentar a circulação do Correios, que era então muito escasso. O documento fica em responsabilidade de Biá, contando a história da cidade de Javé a partir de depoimentos dos próprios moradores, que se revelam muito diferentes, mostrando memórias incompatíveis entre si, impossibilitando a escrita. Vale ressaltar que a trama em si não é narrada por Biá, e sim por Zaqueu, um homem que era o único responsável por buscar mantimentos para o povo, e morou boa parte de sua vida distante do Vale, dando a entender que a versão narrada é uma série de outras versões.

Drama – 01:40:00- Sem Estado, Brasil, 2003.

 

Direção Eliane Caffé
Roteiro Luis Alberto de Abreu e Eliane Caffé
Direção de Produção
Direção de Som
Direção de Arte
Direção de Fotografia
Edição ou Montagem
Atriz Protagonista

 

Sinopse
Com oito premiações, “Narradores de Javé”, conta não apenas uma história, mas demonstra a pluralidade da narração em si. A obra se passa numa cidade no sertão baiano que está prestes a ser inundada, devido a construção de uma grande usina hidrelétrica, sabendo disso, os moradores de Javé começam a buscar meios de fazer com que a cidade não seja destruída por meio de um documento oficial, para que, então, vire um patrimônio histórico. O problema surge quando se dão conta que na vila não há ninguém que saiba escrever, e a única irônica esperança é chamar Antônio Biá, o antigo responsável pela Agência de Correios, que foi expulso da cidade por ter forjado cartas, fazendo fofocas dos vizinhos, para assim aumentar a circulação do Correios, que era então muito escasso. O documento fica em responsabilidade de Biá, contando a história da cidade de Javé a partir de depoimentos dos próprios moradores, que se revelam muito diferentes, mostrando memórias incompatíveis entre si, impossibilitando a escrita. Vale ressaltar que a trama em si não é narrada por Biá, e sim por Zaqueu, um homem que era o único responsável por buscar mantimentos para o povo, e morou boa parte de sua vida distante do Vale, dando a entender que a versão narrada é uma série de outras versões..

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